Efeito Ringelmann e Social Loafing
Estudo de Ringelmann sobre a corda esticada — conhecido como o efeito Ringelmann — analisou o comportamento de indivíduos isolados e em grupos à medida que puxavam a corda. Em seguida, Ringelmann mediu a força da tração. À medida que aumentava o número de pessoas que puxavam a corda, Ringelmann descobriu que a força total gerada pelo grupo crescia, porém a força média exercida pelos membros do grupo diminuía, o que punha por terra a teoria de que o trabalho em equipe resultava em um esforço maior. Ringelmann atribuía isso ao que chamou na época de “esforço mínimo” — situação em que o grupo “oculta” a participação inexpressiva de alguns de seus membros.
"Em grupos com mais de cinco pessoas, os retornos resultantes da disposição de puxar dos indivíduos começavam a diminuir", diz Mueller. Contudo, se houver motivação, e se a tarefa não for arbitrária, o comportamento da equipe não tenderá para o esforço mínimo. No caso de tarefas tediosas e triviais, o esforço mínimo é praticamente a regra. Se você disser isso a um executivo, ele dirá que uma de suas preocupações é justamente o esforço mínimo e a passividade. Enquanto o primeiro se traduz por um esforço reduzido em um contexto de grupo comparado com o contexto individual, o segundo é racional e voltado para interesses próprios. Se não houver recompensa de espécie alguma, dizem, o indivíduo fará o quem bem entender e participará pouco. Os dois conceitos são difíceis de distinguir, porém trata-se apenas de formas diferentes de mensurar resultados semelhantes.
O social loafing diz-nos que quanto maior o número de indivíduos cujo o trabalho é combinado numa tarefa de grupo, mais pequena é cada contibuição individual, as causa para isto acontecer podem ser: sentirse em má forma, não gostar do trabalho duro. percepçao de menor esforço por parte dos outros.